domingo, 17 de junho de 2012

Quando psicopatas vão ao trabalho.

Você conhece um sociopata? Será que não? Olhe em volta, pois você pode estar convivendo com um deles. O título desta postagem é também a tradução do título do livro SNAKES IN SUITS, when psychopaths go to work disponível em (http://www.amazon.com/Snakes-Suits-When-Psychopaths-Work/dp/0060837721).
Pode parecer estranho, mas não é: eles são articulados e inteligentes, sedutores e convincentes; e é por essas características que eles encontram no meio profissional um ambiente perfeito para desenvolver suas práticas. Para as empresas, eles sempre serão a príncipio o funcionário ideal - líder nato, com fome de sucesso e prazer por alcançar metas e chegar ao topo. Entretanto, é no decorrer desse caminho que os SOCIOPATAS vão deixar um rastro de mentiras, atos desonestos, trapaças, fraldes e um prazer mórbido por todo tipo de ação de assédio e intimidação.
De acordo com especialistas (ver links abaixo) eles raramente vão cometer crimes violentos ou se tornar agressivos, seu prazer está na sutileza de suas ações "destilando seu veneno" com crueldade e esperteza. Eles são "escorregadios" pois como diz o ditado "batem e escondem a mão".
Mas não se iluda, eles são perigosos, pois seu prazer está em ver a desgraça alheia sem sentir remorso ou culpa pelos seus atos, eles em geral são incapazes de reconhecer seus erros, são manipuladores e mentem descaradamente; a indiferença é sua marca registrada. Geralmente, são sujeitos acima de qualquer suspeita com educação formal consolidada e por isso de uma reputação aparentemente idônea. O mais cruel de tudo isso é nós percebermos o quanto muito desse perfil se encaixa perfeitamente hoje em dia, no ambiente de trabalho, lugar que exige em geral das pessoas que elas sejam competitivas e lutem pelo sucesso a qualquer custo. Está assim pronto, o cenário perfeito para o sociopata.
Para as empresas, o problema é a longo prazo, pois os danos de sua presença vão surgindo com o tempo, muitos de seus colegas a esta altura já foram demitidos (por culpa de quem?!), afastados por questões de saúde ou em muitos casos estão trabalhando mas dentro de um "inferno astral" sem precedentes porque provavelmente, a esta altura, o sociopata já ocupa um cargo de gerência, chefia ou direção, lugar privilegiado em que suas ações podem ser perpetradas de forma mais contundente e sem muitos questionamentos, em geral, cooptando "parceiros" e mantendo-os cativos com troca de favores e uma relação de dependência, submissão e obediência.
A imagem de capa do livro mostrada aqui no post, expressa bem a sensação de quem convive com um sociopata no trabalho, se você não se cuidar pode ser fatal. É VIVER NÃO COM A CORDA, MAS COM UMA COBRA NO PESCOÇO.
Jairo Souza.

Para saber mais e alertar toda a comunidade acerca do problema, leia mais nos links abaixo:

http://thiagof.com/up/arquivos/SuperInteressante_MentesPsciopatas_BlogUtilidadePublica.pdf

http://www.trilhasdaimensidao.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=1630361

EDUCAÇÃO MERCANTILIZADA DO GOVERNO DILMA.


O texto abaixo foi enviado pela prof. Simone Contente da Universidade Federal do Pará e estou aqui divulgando mais esta denúncia contra o governo do PT de Dilma Roussef. Segue a mensagem e por favor repassem, divulguem na medida do possível.

Car@s comp@s,

Precisamos denunciar em todas as redes sociais a aprovação na Câmara dos Deputados da MP 559/12  que cria o Proies, Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento das Instituições de Ensino Superior, perdoando as dívidas das IES privadas de quase 17 bilhões em troca de bolsas para os estudantes pobres. A mantenedora que aderir ao Proies contará com moratória de 12 meses para começar a pagar o parcelamento e poderá quitar até 90% de cada prestação com certificados emitidos pelo Tesouro Nacional recebidos em contrapartida pelas bolsas concedidas.

O governo ainda tem a cara de pau de falar em crise financeira internacional e que não tem dinheiro para reajustar o salário do funcionalismo público?????

E também que não pode investir 10% do PIB para a educação, mas abre mão de receber 17 bilhões dos TUBARÕES DO ENSINO SUPERIOR PRIVADO!!!

ISSO É UMA VERGONHA!!! Vamos denunciar!!!

Leiam a matéria no site da Câmara:  http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/419782-CAMARA-APROVA-MP-QUE-SIMPLIFICA-LICITACOES-DO-PAC.html

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Profa. Dra. Vera Lúcia Jacob Chaves
Prof. Associada da Universidade Federal do Pará/Instituto de Ciências da Educação
Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação Superior - GEPES
Site: www.ufpa.br/ce/gepes
E-mail alternativo: vjacob@uol.com.br

sábado, 16 de junho de 2012

PARFOR, O CALCANHAR DE AQUILES DA GREVE?!


Em um comunicado publicado no dia 15 de junho (link: http://sindufap.wordpress.com/2012/06/15/comunicado-clgunifap-no-0072012/), o SINDUFAP, sindicato dos docentes da Universidade Federal do Amapá reiterou seu posicionamento de NÃO realizar a etapa Parfor. Vejam o trecho abaixo:

"A deliberação da Assembleia foi de que não era necessário votar se o PARFOR deveria ou não ser aprovado para funcionar em julho, visto que, no entendimento de muitos este assunto já tinha sido vencido na Assembleia de deflagração da greve, dia 15 de maio. Desta forma, a Assembleia Geral decidiu em não permitir que o PARFOR funcione, em consonância com a deliberação da deflagração da greve geral dos docentes."

Afinal, qual é o posicionamento dos sindicatos e comandos locais? É possível manter a força dessa greve em todo o Brasil mesmo com os professores em greve dando aula no Parfor nas IFES do norte e nordeste? Sinto que estas e outras questões precisam ser melhor discutidas e esclarecidas junto a comunidade acadêmica como um todo. Já não seria a hora de uma assembléia docente sobre a questão? Penso que o CNG (Comando Nacional de Greve) precisa se posicionar sobre a questão o mais rápido possível já que estamos claramente caminhando para situações díspares dentro desta greve nacional.

Alguns discursos têm circulado, gerando discussões polêmicas entre os docentes do Camar:

- "As atividades do Parfor não entram na CH PIT dos professores, por isso não tem nada a ver com a greve";
- "O Parfor é programa do governo federal e não das universidades federais com financiamento via Capes, portanto não pode parar, pois os recursos precisam ser usados, para não serem 'desperdiçados'"
- "Parar as atividades no Parfor é uma questão de atitute ideológica, individual, portanto para quem quiser, quem não quiser não para"
- "O Parfor não depende dos professores em greve para acontecer, pois pode contratar profissionais sem vínculo com as IFES".

Esses e outros discursos, a meu ver, são argumentos que podem sim enfraquecer o Movimento Nacional de Greve nas Universidades Federais sobretudo nas regiões que impulsionaram o movimento. Pergunto novamente: Já não seria a hora de uma assembléia docente sobre a questão?!

Prof. Jairo Souza

quinta-feira, 14 de junho de 2012

ATO UNIFICADO DOS TRABALHADORES - MARABÁ PIONEIRA.


Na Rio + 20, as corporações, ocultadas por suas fundações e ONG’s, pretendem difundir o capitalismo verde como palavra que possibilite mais alguns anos de saque dos nossos recursos naturais, de uso intensivo de energia e de expropriações. Tal como na Rio 92, o objetivo é despolitizar, cooptar movimentos, organizações sociais, precarizar o trabalho assalariado, tanto na saúde, segurança e educação, com por exemplo o sucateamento dos serviços públicos e a mercantilização da educação via privatização gradativa das universidades.
A região sudeste do Estado do Pará tem uma importância estratégica para os grandes projetos (ALPA, por exemplo) que sempre chegam até o nosso povo com a promessa de mais empregos e um desenvolvimento que nunca acontece. Foi assim no passado, é assim agora, mas não precisa ser assim no futuro.
Os trabalhadores promovem na manhã desta quarta-feira, dia 20 de junho de 2012, ATO UNIFICADO que se inicia com uma marcha que sairá do núcleo Cidade Nova e vai até a Marabá Pioneira. Na ocasião, os movimentos sociais e as diversas categorias de trabalhadores em greve manifestarão seu repúdio ao atual modelo de desenvolvimento estabelecido pelos governos nas mais diversas esferas do poder.
SALVEM AS PESSOAS, E ASSIM O PLANETA. Não são as mudanças climáticas do planeta que são preocupantes mas sim um modelo falido de desenvolvimento que degrada diariamente a qualidade de vida humana em escala mundial. As pessoas estão sendo criminalizadas, violentadas e aniquiladas das formas mais perversas: em casa, na rua e no trabalho. Tudo isso, dentro de uma lógica que somente funciona para uma minoria que detém o poder do dinheiro que tudo pode e que tudo compra. Resultado: violência de todo o tipo e corrupção pra todos os lados. "Deus" tem um novo nome neste cenário, ele se chama mercado. Tudo em nome Dele, que fomenta na sociedade uma competição desenfreada e cada vez mais desumana, com o objetivo de se alcançar as metas para um tal de desenvolvimento sustentável, que só serve mesmo para sustentar as grandes corporações, o agronegócio e o capital internacional. Se nem "Deus" escapou, imaginem a ciência! Esta já está mais do que vendida, pois a pesquisa científica também virou escrava dos financiamentos e dos prazos curtos em nome do lucro e de um suposto progresso.
NOSSO GRITO:
Vamos dar um basta à exploração irresponsável de nossos recursos naturais. Chega de criminalizar as lutas sociais! Basta de trabalho escravo! Contra  todo o tipo de racismo e discriminação! Não aceitamos mais o trabalho infantil e a exploração sexual de menores! O assassinato de trabalhadores no campo e na cidade. Contra a precarização dos serviços públicos na saúde, na segurança e na educação .
JUSTIÇA SOCIAL JÁ!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Governo se compromete a apresentar esboço de proposta na próxima terça (19)


Depois de recuar na proposta de condicionar o avanço das negociações a uma trégua do movimento grevista, representantes do governo, em reunião realizada nesta terça-feira (12) com as entidades do setor de educação, mudaram de posição e passaram a aceitar a antecipação do prazo para o fechamento de uma proposta. Em
uma reunião que durou mais de três horas, o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, acordou com o ANDES-SN e demais entidades do setor da educação, que na próxima terça-feira (19) haverá nova reunião em que o
governo vai apresentar um esboço de um novo plano de carreira. Até lá, a greve dos docentes continua.
“Hoje foi um dia vitorioso para o nosso movimento. Não só porque realizamos belíssimas manifestações em todo o país, como fizemos o governo mudar a posição de que não receberia categorias em greve. Também conseguimos que, pela primeira vez, ele aceitasse antecipar o prazo para finalizar as negociações. Se antes, o limite era 31 de agosto, agora, há uma sinalização de que o processo esteja concluído no começo de julho”, avaliou a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa. Durante as mais de três horas de reunião, um grupo de professores da Universidade de Brasília e do Comando Nacional de Greve ficou em frente ao Ministério do Planejamento, como forma de mostrar que a categoria está mobilizada.
 

A reunião começou, por volta das 18h, com o secretário Sérgio Mendonça afirmando que o governo se dispunha a apresentar uma proposta de re-estruturação da carreira
docente num prazo de 20 dias, desde que a categoria desse uma trégua e saísse da
greve. Também defenderam o encaminhamento o Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Amaro Lins, e o diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Aléssio Barros. Argumentaram que era preciso estabelecer uma relação de confiança entre o governo e as entidades.
A proposta foi veemente rechaçada pelas entidades presentes. “Eu custo a acreditar no que ouvi. Ontem, na reunião do Comando Nacional de Greve, foi levantada essa possibilidade, mas eu não achei que seria possível. Vim hoje para essa reunião esperando que fosse apresentada uma proposta e que sairíamos daqui para virar a
noite estudando o que fosse apresentado ”, afirmou a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa. Ela lembrou que o governo foi avisado inúmeras vezes de que a categoria estava insatisfeita. “Agora, não há como negar. Estamos em uma das maiores greve já realizadas no setor, com 55 instituições paradas, sendo 50 universidades”, afirmou.
Governo se compromete a apresentar esboço de proposta na próxima terça. http://www.andes.org.br:8080/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=5417

Marina argumentou que o governo não podia esperar que a categoria aceitasse dar a trégua, pois há muito tempo que os docentes vêm dando prazos, continuamente descumpridos pelo Ministério do Planejamento.
O 1º vice-presidente do ANDES-SN, Luiz Henrique Schuch, afirmou que a greve é fruto da compreensão da categoria de que há uma desvalorização do magistério. “Hoje temos uma carreira totalmente desestruturada”, afirmou. O diretor do Sinasefe David Lobão criticou o fato de o governo condicionar o avanços das negociações à volta ao trabalho dos grevistas e argumentou que a greve, ao contrário do que diz o governo, pode levar a negociações mais rápidas, já que a categoria estará em estado de mobilização permanente. Os dirigentes do Proifes lamentaram o fato de o governo ter
desmarcado a reunião no dia 28 de maio e informaram que a categoria tem decidido, em plebiscitos, pela greve.

TréguaDepois das falas das entidades, os representantes do governo pediram um intervalo e voltaram com a proposta de realização de uma reunião na próxima terça-feira (19), em que será debatido um esboço de um novo plano de carreira. Disseram, também, que a proposta vai partir do que foi discutido na reunião do dia 15 de maio e que poderá ser utilizado como parâmetro o plano de carreira do pessoal do Ministério da Ciência e Tecnologia. Sérgio Mendonça não quis se comprometer se o piso e o teto serão o mesmo do pessoal da Ciência e Tecnologia.
Os representantes do governo insistiram que as categorias dessem uma trégua e voltassem ao trabalho. Os dirigentes do ANDES-SN foram enfáticos em afirmar que não havia como a categoria recuar. “Só podemos dar qualquer posição quando conhecermos a proposta do governo. Até porque a nossa carreira tem especificidades
que não foram contempladas pelo governo”, adiantou Marina Barbosa.
O 1º vice-presidente da Regional Nordeste II do ANDES-SN Josevaldo Cunha questionou dos representantes governistas se eles poderiam adiantar o teor da proposta. “Queremos saber se haverá uma preocupação de se fazer uma discussão da estrutura conceitual, para depois de chegar ao impacto orçamentário, ou se o governo
colocará um limite financeiro, que é conjuntural, a sobrepor a organização do plano de carreira”, questionou. Sérgio Mendonça respondeu, apenas, que a proposta levará em consideração toda a discussão realizada no GT carreira.
Para o ANDES-SN, a reunião desta terça-feira marcou o início efetivo das negociações. “Entendemos que concluímos as discussões do GT. Podemos não ter chegado a um denominador comum, mas agora todas as nossas divergências e pontos convergentes ficaram claros. Vamos, então, partir para outro patamar de discussão, no qual o governo precisa objetivar suas propostas, que serão analisadas pelo movimento”, afirmou
Marina Barbosa.
Fonte: ANDES-SN

domingo, 10 de junho de 2012

Engrossa a greve nas federais

08/06/12 às 00:00
Os servidores técnico-administrativos (os TAE’s), da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tencológica Federal do Paraná (UTFPR), fazem, na segunda-feira, uma assembleia geral para deflagração de greve, já marcada desde a semana passada. A primeira grande atividade da greve será a Assembleia Geral, a partir das 9 horas, no Restaurante Universitário (RU) da UFPR Central. O QG da greve estará aberto a partir das 7 horas.
Essa assembleia deve debater informes nacionais, a formação das comissões e do Comando Local de Greve e o fundo de greve. Já está marcado também um ato público unitário com as demais categorias em greve no dia 14 de junho. A greve dos TAE’s é nacional, assim como a dos professores. Em Curitiba, os professores da UFPR e UTFPR deflagraram greve por tempo indeterminado no dia 17 e maio.

Ifes — A greve dos professores das universidades federais já completou mais de 20 dias com adesão de profissionais de 51 Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). Mas ainda não há previsão para o fim da paralisação, já que, desde que a greve foi decretada, não houve nenhuma reunião de negociação entre a categoria e o Ministério do Planejamento. Nesta semana, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reuniu-se com o comando de greve e informou que uma nova reunião será feita na próxima semana, mas o encontro ainda não foi marcado, segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).
Após a Marcha Unificada dos Servidores Públicos que reuniu diversas categorias em Brasília no início da semana, membros dos sindicatos se encontram com o secretário executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Valter Silva. Mas, segundo Aloisio Porto, do Comando de Greve do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior ( Andes), não foi feita nenhuma nova proposta. “O MEC chamou a gente para conversar, mas por causa da pressão. Eles ainda não têm uma proposta concreta”, disse o líder sindical.

sábado, 2 de junho de 2012

BOLETIM DE GREVE 3

 
A greve nacional das IFES continua em dinâmica de crescimento já são 48 universidades em greve em pouco mais de uma semana do início do movimento (vê analises políticas nos  anexos 1 e 2) Esse fato tem nos colocado inclusive na grande mídia brasileira. No dia 24 de maio houve uma reunião do Ministério do Planejamento e gestão (MPOG) do governo federal com a ANDIFES (Ass. Dos dirigentes das Instituições de ensino superior) para discussão sobre a greve(vê anexo3). Entretanto, a reunião marcada para o dia 28 entre o ANDES e o MPOG foi cancelada pelo governo, gerando ainda mais indignação na base do movimento.
Em Belém, o comando de greve dirigido pela ADUFPA participou de uma reunião com o Dep. Puty para buscar no mesmo apoio a greve dos docentes das IFES. O mesmo garantiu ao movimento uma manifestação sua no congresso nacional a favor da pauta de reivindicação da categoria docente.
Chegando no nosso “quintal” (em Marabá) continuamos com nossa greve 100%, mesmo com o roubo de nossa faixa do portão. Esta semana estaremos enviando um companheiro do CLG para o CNG, com fins ao  fortalecimento do mesmo. Além disso,  estamos com um calendário de mobilização interno.
AGENDA
AMANHÃ (30/05):
Debate sobre a UNIFESPA. Que Universidade queremos. ÀS 16 horas sala Jurídicas altos campus I
Após o debate teremos um som, cerveja e quitute para um bate-papo mais descontraído
DIA (01/06):
Primeira Mostra de Música da UFPA às 18 horas
Dia (5/06):
Ato unificado dos Servidores Públicos (Marcha a Brasília), em Marabá ainda não foi definido sobre o local do ato.
DIA (15/06)
Arrastapé  junino, com muito forró, brincadeiras, comidas típicas... para todos os gostos. Local: Estacionamento do Campus I da UFPA. Hora: a partir das 19 horas
Comando Local de Greve